Para o investidor brasileiro, o ponto mais relevante é que UCITS ETFs são classificados como non-US situs assets – ou seja, não são considerados ativos de raiz americana. Isso significa que, em geral, eles não entram no cálculo do US Estate Tax, o imposto de herança americano que incide sobre ativos americanos de não residentes acima de US$ 60 mil. Com ETFs americanos tradicionais, qualquer patrimônio acima desse limite pode ser tributado entre 18% e 40% no momento da transmissão.
Com UCITS ETFs, esse risco sucessório é eliminado da equação – o patrimônio pode ser transmitido aos herdeiros sem a incidência desse imposto americano. Para quem está construindo um patrimônio em dólar com visão de longo prazo e pensando na continuidade para as próximas gerações, essa é uma vantagem estrutural relevante.
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